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sábado, 30 de junho de 2012

A BESTA E O FALSO PROFETA DO APOCALIPSE



Estados Unidos querem se aliar ao Vaticano, diz WikiLeaks









De acordo com documentos revelados pelo site WikiLeaks e antecipados nesta quinta-feira pela revista italiana L’Espresso, os Estados Unidos têm interesse em ser um aliado do Vaticano.Os os documentos revelam que a secretária de Estado americana Hillary Clinton teria orientado os embaixadores e diplomatas do país a criarem uma página na Internet para acompanhar as novidades do governo pontifício.“O Vaticano pode ser uma potência aliada ou um inimigo ocasional. Devemos fazê-lo ver que a nossa política pode ajudá-lo a avançar em muitos princípios”, orientou o Departamento de Estado.O interesse nos EUA estaria no tamanho do comando da Igreja Católica. “Trata-se de uma armada impressionante: 400 mil sacerdotes, 750 madres, cinco mil monges e frades, relações diplomáticas com 177 países, três milhões de escolas, cinco mil hospitais, braço operativo da Caritas com 165 mil voluntários e dependentes que prestam assistência a 24 milhões de pessoas”, afirmam os documentos.Porém o Estado americano aponta que essa relação com o governo pontifício deve ser construída com cuidado.”Tudo depende da relação que possamos construir: devemos trabalhar juntos quando as nossas posições são complementares, assegurando que a nossa linha seja compreendida quando são divergentes”, dizem os textos.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/estados-unidos-querem-se-aliar-ao-vaticano-diz-wikileaks/

EUA querem dominar o mundo, diz vice-presidente iraquiano

da Folha Online





O Iraque prometeu hoje colaborar com os inspetores de desarmamento da ONU (Organização das Nações Unidas) nas questões ainda existentes sobre a suposta posse por Bagdad de armas de destruição em massa, mas denunciou os Estados Unidos por tentarem "dominar o mundo"."O Iraque está determinado a continuar os seus esforços para colaborar com a verificação de todos os problemas se (as Nações Unidas) solicitarem mais detalhes", afirmou hoje o vice-presidente iraquiano, Taha Yassin Ramadan, durante reunião de cúpula do Membros dos Países Não-Alinhados (MPNA) em Kuala Lumpur (Malásia).

Numa comunicação feita em árabe ao plenário da reunião, em que participam mais de 60 chefes de Estado, o vice-presidente iraquiano atacou diretamente os Estado Unidos por quererem "dominar o mundo" e pela "política do uso da força contra o Iraque, recorrendo a todos os meios de coerção e perseguição ao seu dispor para imporem a sua vontade ao país".A cúpula vai emitir hoje uma declaração especial sobre o Iraque que, de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Malásia, apelará para a resolução pacífica dos conflitos no quadro das Nações Unidas, afirmando também a necessidade de Bagdad obedecer às resoluções sobre desarmamento.Seis membros do MPNA fazem parte atualmente do Conselho de Segurança da ONU, formado por 15 países (dos quais cinco são membros permanentes e têm direito a veto): Angola, Guiné, Síria, Paquistão, Chile e Camarões.Ontem, EUA , Reino Unido e Espanha apresentaram uma proposta para uma nova resoluçãocontra o Iraque ao Conselho de Segurança da ONU. O texto diz que o governo iraquiano violou as determinações de desarmamento e defende o uso de "todos os meios necessários" em busca da paz. Se for aprovada, a resolução na prática autoriza uma guerra contra o Iraque, mas há forte resistência. Paralelo à proposta de nova resolução, a França, com apoio da Rússia, da China e da Alemanha, apresentou à ONU para um projeto alternativo , que pede a intensificação das inspeções.
O Iraque tem até o dia 7 de março para destruir todos os seus mísseis Al Samoud 2 (que ultrapassam em 32 km o limite de alcance estipulado pela ONU). Caso o governo iraquiano não cumpra o prazo, os EUA podem conseguir o argumento necessário para iniciar um ataque militar contra o país.

Crise
Os Estados Unidos e o Reino Unido acusam o Iraque de ter um arsenal de armas químicas e biológicas que vai contra as determinações da ONU, e de estar construindo instalações para fabricar mais armamentos. Ademais, Saddam é acusado pelos dois países de ter fortes relações com grupos terroristas que são capazes de utilizar "armas de destruição em massa". Bagdá nega as acusações.
O desarmamento dos arsenais de destruição em massa e mísseis iraquianos foi determinado pela ONU  após a Guerra do Golfo (1991) como uma punição ao Iraque, que invadiu o Kuait em 1990.
Entre 1991 e 1998, a Comissão Especial da ONU para o Desarmamento do Iraque visitou dezenas de locais e destruiu grande quantidade de armas. 
O Iraque aceitou de forma incondicional a nova resolução da ONU, chamada de resolução 1441, aprovada por unanimidade pelo Conselho de Segurança no dia 8 de novembro.
A resolução determinou a entrada de inspetores de armas no país, com acesso ilimitado a todo e qualquer local suspeito de produzir armas químicas, biológicas ou nucleares -inclusive os palácios do governo iraquiano. Caso contrário, o Iraque enfrentará "sérias consequências".
Até o momento, os inspetores de armas não encontraram nenhum tipo de prova contra o Iraque, embora tenham afirmado no dia 27 de janeiro, por meio do chefe do grupo, Hans Blix, que o país não estava cooperando tanto quanto deveria. 


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